Projetos solares em Évora

Graça do Divor e Sol de Évora

Dois projetos solares desenvolvidos lado a lado, no distrito de Évora.

Os projetos

Dois projetos, um território, um planeamento conjunto

A Hyperion está a desenvolver dois projetos de energia solar no distrito de Évora: a Central Solar Fotovoltaica Graça do Divor, promovida pela Hyperion, e a Central Solar Fotovoltaica Sol de Évora, promovida pela Newcon40, do grupo APL.

Por serem desenvolvidos lado a lado, estes dois projetos permitem um planeamento mais cuidado: partilhar infraestruturas em vez de duplicá-las, reduzir o impacto no território e na paisagem, e trabalhar de forma mais próxima com a comunidade local ao longo de todo o processo.

Benefícios

Contributos concretos para a energia, o ambiente e a economia local

  • 1 800 GWh
    de eletricidade limpa por ano
    equivalente a 3,5% do consumo anual de eletricidade em Portugal
  • 300 mil t
    de CO₂e evitadas por ano
    equivalente a retirar 150 mil carros da estrada
  • 725 M€
    de investimento total
    um dos maiores investimentos privados previstos para o Alentejo
  • 59 M€
    para reforço da rede elétrica
    ao abrigo dos acordos com o operador da RNT, com vista a aumentar a sua capacidade, a estabilidade e a resiliência
  • 1 200 MWh
    de capacidade de armazenamento
    com 300 MW de potência durante quatro horas, contribuindo para equilibrar a rede elétrica e aproveitar melhor a produção renovável
  • +62 000 exemplares
    de árvores e arbustos plantados
    incluindo cerca de 5 000 sobreiros de compensação direta, a que se soma a preservação de +7 500 sobreiros e azinheiras existentes na área dos projetos
Envolvimento com a comunidade

Desenvolver com responsabilidade, em diálogo com a comunidade

Acreditamos que os melhores projetos se constroem em conjunto. Desde as fases iniciais, foram já consultadas +25 entidades públicas, associações e agentes locais, regionais e nacionais ligados às comunidades e ao território. Este diálogo contínuo permitiu identificar preocupações e sugestões de melhoria e, com elas, definir medidas de mitigação e compensação.

Entidades consultadas

Medidas de mitigação

Prevenir impactes sempre que possível. Reduzir os que não podem ser evitados

Medidas de prevenção, minimização e monitorização, organizadas por descritor ambiental e por fase do projeto.

Construção
Gestão ambiental em obra e sensibilização das equipas

A construção é acompanhada por um Plano de Gestão Ambiental da Obra, que define medidas de minimização, boas práticas e procedimentos de controlo. São realizadas ações de formação e sensibilização para todos os trabalhadores.

Minimização de poeiras, emissões e ruído

Serão adotadas medidas para minimizar a emissão de poeiras e poluentes atmosféricos, incluindo a aspersão de água em períodos secos e a manutenção regular de máquinas e veículos.

Gestão responsável de resíduos

Os resíduos gerados serão identificados, separados e encaminhados para destino final adequado, de acordo com o Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos de Construção e Demolição.

Proteção das áreas sensíveis

As intervenções são limitadas às áreas estritamente necessárias. Os exemplares de sobreiro e azinheira a manter são identificados, sinalizados e protegidos antes do início da obra.

Recuperação de áreas intervencionadas

Estaleiros, acessos temporários e zonas de depósito são desativados e recuperados, com reposição do terreno e regeneração natural da vegetação.

Prevenção e Segurança
Monitorização de água potável

Serão feitas análises regulares nos pontos de abastecimento, armazenamento e consumo de água para consumo humano. As recolhas serão realizadas por técnicos certificados e as análises por laboratórios acreditados.

Segurança dos sistemas de armazenamento

Os sistemas de armazenamento dispõem de controlo permanente da temperatura e de monitorização inteligente. Integram ainda sensores de fumo, calor e gases inflamáveis, alarmes, ventilação, alívio de pressão e um sistema automático de extinção. Os equipamentos elétricos estão separados das baterias, reduzindo o risco de propagação em caso de anomalia.

Prevenção e resposta a incêndios rurais

A obra terá procedimentos específicos de prevenção e resposta a incêndios, incluindo gestão da vegetação combustível, restrições aos trabalhos que possam gerar ignição nos períodos de maior risco e disponibilização de meios de primeira intervenção. As equipas receberão formação e serão definidos pontos de encontro, canais de comunicação de emergência e formas de articulação com os bombeiros locais.

Proteção das populações e dos acessos locais

As frentes de obra serão delimitadas, vedadas e sinalizadas para impedir acessos não autorizados. Sempre que seja necessário condicionar caminhos ou acessos a habitações e propriedades, serão definidos percursos alternativos, instalada sinalização temporária e informadas previamente as pessoas afetadas. A circulação de máquinas será ainda controlada nas zonas próximas de habitações.

Montado e Quercíneas
Compensação de sobreiros e azinheiras

Plantação de 4 917 sobreiros em áreas dedicadas, compensando em mais de 4x os exemplares abatidos, dos quais cerca de metade são jovens ainda não produtivos. A compensação é acompanhada por um plano de monitorização de 15 a 20 anos, que assegura o bom crescimento das árvores.

Preservação de povoamento de sobreiros e azinheiras

Os projetos foram desenhados para preservar integralmente os povoamentos de sobreiros e azinheiras, sem o abate de qualquer árvore neles inserida. No total, serão mantidos mais de 7 500 exemplares na área de implantação.

Reforço da vegetação autóctone

Plantação de cerca de 7 000 árvores e 51 000 arbustos autóctones ao longo de 35 km de cortinas arbóreo-arbustivas, a que se juntam subarbustos de espécies mediterrânicas. As espécies incluem oliveira, sobreiro e pinheiro-manso, lentisco, filírea, murta e folhado, rosmaninho, giesta-amarela e roselha.

Controlo das espécies invasoras

Na área do projeto foram identificadas espécies invasoras, como a figueira-da-Índia, as canas e as azedas, que serão removidas com os métodos adequados a cada uma e com os cuidados necessários para evitar a sua dispersão. As áreas intervencionadas serão depois monitorizadas, para detetar e controlar atempadamente eventuais novos focos.

Biodiversidade
Plano de Biodiversidade e Regeneração Ecológica

Um plano próprio, com investimento superior a 200 k€ por ano nos primeiros três anos de operação e acompanhamento com gestão adaptativa ao longo de 5 a 10 anos. O Plano desenvolve-se em várias fases, permitindo identificar áreas de maior valor, riscos e oportunidades de regeneração no território através de medidas concretas para conservar, restaurar e reforçar a biodiversidade ao longo do tempo.

Galerias ripícolas

Todas as galerias ripícolas ao longo das linhas de água serão consolidadas e preservadas, reforçando a sua estrutura natural e salvaguardando a conectividade entre habitats.

Aberturas nas vedações para circulação de animais

As vedações integram aberturas de 30 cm junto ao solo, dimensionadas para a passagem de répteis, anfíbios e pequenos mamíferos, reduzindo o efeito de barreira e mantendo a conectividade ecológica.

Proteção da fauna e dos habitats

Os trabalhos evitam períodos críticos para a fauna. Durante a exploração mantêm-se zonas de refúgio ecológico a serem definidas no plano de biodiversidade e regeneração ecológica desenhado especificamente para a zona do projeto.

Água
Proteção da Albufeira do Divor e das linhas de água

As construções mantêm-se sempre a mais de 10 metros das linhas de água, salvaguardando o escoamento natural da região e minimizando o risco de erosão. No caso da Albufeira do Divor, cuja importância para a região é reconhecida, a infraestrutura mais próxima encontra-se a mais de 500 metros do plano de água.

Cheias centenárias e sistemas de drenagem

Os sistemas de drenagem foram dimensionados considerando o cenário de cheia centenária, isto é, a cheia mais severa que se espera uma vez em cada cem anos.

Limpeza sustentável dos painéis solares

A limpeza é realizada sem produtos químicos, privilegiando métodos a seco ou com utilização eficiente de água, privilegiando a reutilização de águas pluviais.

Solo
Exclusão de áreas da Reserva Agrícola Nacional

As áreas integradas na Reserva Agrícola Nacional foram excluídas da disposição dos painéis, preservando os solos com maior aptidão agrícola.

Gestão sustentável do solo

A decapagem do solo é limitada ao estritamente necessário para as fundações, as valas e as movimentações de terra. A camada superficial removida é armazenada separadamente e reutilizada na recuperação das áreas afetadas.

Controlo da erosão

As zonas mais vulneráveis serão identificadas, de modo a prevenir a perda de solo fértil e a evitar o arrastamento de sedimentos para as linhas de água.

Sementeira de coberto herbáceo

As áreas da Graça do Divor e Sol de Évora serão revestidas com pastagens biodiversas, incluindo os espaços disponíveis sob os painéis. Este coberto protege o solo, favorece a presença de insetos e melhora a infiltração da água.

Pastoreio ovino e gestão da vegetação

O controlo da vegetação é feito preferencialmente por pastoreio ovino em detrimento de métodos mecânicos. Não serão utilizados herbicidas e serão estabelecidos acordos com pastores locais, numa relação de benefício mútuo que mantém uma atividade tradicional no território.

Paisagem
Cortinas arbóreo-arbustivas

As cortinas estendem-se ao longo de 35 km com espécies autóctones de vários portes, de árvores a subarbustos, limitando a visibilidade dos painéis a partir das zonas mais sensíveis.

Projeto em núcleos e ilhas

As centrais foram projetadas em diferentes núcleos e, dentro destes, em pequenas ilhas, mantendo espaços verdes entre elas. Esta descontinuidade evita a concentração de painéis numa mesma área e ajuda a reduzir o impacte visual.

Adaptação ao terreno natural

O relevo ondulado do Alentejo esconde parte das centrais atrás das colinas, reduzindo os painéis visíveis dos pontos de observação envolventes.

Integração com a paisagem de montado

As manchas densas de sobreiral e azinhal existentes foram preservadas e são uma das razões pelas quais as centrais foram divididas em núcleos. Os painéis distribuem-se em torno dessas manchas e não sobre elas, o que conserva a identidade da paisagem alentejana e ajuda a minimizar a visibilidade sobre os painéis.

Património
Centro Histórico de Évora como Património Mundial da UNESCO

Foram escolhidos os locais mais altos e emblemáticos do Centro Histórico de Évora, nomeadamente o topo da Sé Catedral, o Jardim de Diana e a Universidade de Évora, a partir dos quais se determinou o que é efetivamente visível, considerando o relevo, o edificado e a vegetação. O resultado foi confirmado com simulações sobre fotografia do local e concluiu-se que o impacto visual das centrais sobre o Centro Histórico é muito reduzido. A paisagem continua a mesma de sempre, dominada pelos campos e pelo arvoredo.

Megalitismo Alentejano

Embora não existam pontos de interesse do circuito de Megalitismo Alentejano na área do projeto, que fica assim fisicamente salvaguardada, foi avaliada a experiência de visita a partir dos monumentos na envolvente para determinar o que é efetivamente visível, considerando o relevo, o edificado e a vegetação, com confirmação por simulações sobre fotografia no local. Concluiu-se que a visibilidade das centrais é reduzida e que a paisagem que enquadra estes monumentos se mantém.

Áreas de exclusão para salvaguarda do património

As ocorrências patrimoniais foram identificadas através de pesquisa bibliográfica e trabalho no terreno tanto ao nível do solo como do subsolo, recorrendo a tecnologia LiDAR. Nas zonas com maior densidade de ocorrências foram definidas áreas de exclusão, que garantem o distanciamento necessário e condicionaram a configuração do projeto. São ainda respeitadas as Zonas de Especial Valor Patrimonial definidas no Plano Diretor Municipal, das quais os projetos ficam integralmente fora.

Acompanhamento arqueológico

Todas as operações com movimentação de solo são acompanhadas por arqueólogos, do início ao fim da obra, de modo a identificar e proteger qualquer vestígio que venha a ser encontrado.

Afloramentos rochosos

Foi realizado um levantamento dos afloramentos rochosos na área de implantação e foram salvaguardados, com os distanciamentos necessários, todos os exemplares de interesse geológico e geomorfológico.

Desmantelamento
Desmantelamento e recuperação do local

Todos os elementos serão retirados e enviados para destino final adequado, procurando reduzir ao mínimo as emissões de gases com efeito de estufa. Depois da desmontagem, o solo é desocupado e descompactado, e as áreas desativadas são recuperadas com intervenções paisagísticas.

Reutilização e reciclagem dos equipamentos

No final da sua vida útil, será dada prioridade à reutilização dos equipamentos, sempre que o seu estado o permita. Quando isso não for possível, os materiais serão encaminhados para reciclagem e apenas o que não puder ser aproveitado seguirá para eliminação, através de entidades licenciadas. Desta forma, prolonga-se a vida dos equipamentos, recuperam-se materiais e reduz-se a produção de resíduos.

Fundo financeiro para o desmantelamento

Desde a fase de construção é constituído um fundo financeiro que cresce ao longo da vida útil do projeto, estimada em 35 anos, garantindo capacidade orçamental para o desmantelamento e para a gestão adequada dos equipamentos.

Medidas de compensação

Criar valor duradouro para o território

Medidas definidas em diálogo com as comunidades e a formalizar com as câmaras municipais.

Energia

Criação de autoconsumo coletivo

A Hyperion pretende criar comunidades de autoconsumo coletivo nas freguesias abrangidas pelos projetos Graça do Divor e Sol de Évora. Serão instaladas unidades solares e baterias dedicadas à comunidade. A eletricidade produzida será partilhada entre as famílias, empresas e instituições que aderirem, permitindo reduzir o valor da fatura de eletricidade.

A poupança estimada poderá atingir cerca de 40% na fatura, após a entrada em operação dos projetos e a concretização do investimento previsto. A adesão será voluntária e os moradores das freguesias abrangidas terão prioridade.

agregados familiares abrangidos
+2 300 nota 2
na fatura da eletricidade
−40% nota 1

¹ Poupança estimada, dependente do perfil de consumo, da energia partilhada e das condições finais da comunidade de autoconsumo.

² Capacidade máxima estimada. O número efetivo de beneficiários dependerá da adesão das famílias e do dimensionamento final das instalações.

Energia

Compensação financeira aos municípios

Os projetos preveem uma compensação de 9 M€ repartidos pelos municípios de Évora e Arraiolos com base na potência instalada em cada um.

Energia

Energia para autoconsumo municipal

Cedência de uma Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC) aos municípios. Em alternativa, poderá ser atribuída uma compensação financeira de 1.500 € por MVA, totalizando cerca de 1 M€.

Reabilitação da ecopista de Évora

A intervenção inclui a reabilitação do percurso ciclável e a criação de zonas de descanso com iluminação e outras utilidades, como zonas de piquenique.

Educação

Formação e ligação ao conhecimento

Desenvolvimento de competências em energias renováveis através de parcerias com a Universidade de Évora, apoio à investigação e criação de um curso de formação profissional para retenção de talento no território.

Eletrificação do Clube Desportivo da Graça do Divor

Modernização das instalações do clube, reduzindo custos operacionais e promovendo a eficiência energética.

Património e Cultura

Reabilitação do património em Évora

Disponibilização de verbas para obras de conservação e reabilitação em parceria com as freguesias locais, tais como a iluminação da Sé Catedral e a preservação do circuito megalítico.

Educação

Reabilitação de edifício para residências universitárias

Reabilitação de um edifício para residências universitárias, combatendo a escassez de habitação na região.

Património e Cultura

Mecenato artístico e cultural

Apoio a iniciativas artísticas e culturais através de donativos e ações de mecenato, contribuindo para a valorização do património cultural local, como o Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos.

Sabia que?

Mitos, dúvidas e factos sobre os projetos

Respondemos às perceções e dúvidas mais frequentes, distinguindo preocupações legítimas dos dados avaliados em estudos ambientais.

  • Na maioria dos casos acontece o contrário. O solo entra num período de “descanso” após décadas de uso intensivo, recuperando estrutura, fertilidade e biodiversidade — sem mobilizações frequentes nem agroquímicos.
  • Cresce — e melhor do que se pensa. A humidade que se forma sob os painéis ajuda a manter o solo mais fresco e húmido, permitindo vegetação verde mesmo em períodos secos, especialmente no Alentejo.
  • Não necessariamente. Com menos atividade humana e sem agricultura intensiva, tornam-se refúgios para aves, insetos, répteis e mamíferos, oferecendo abrigo e alimento.
  • Têm impacto reduzido em comparação com outras atividades. Não consomem água para produzir energia, mas podem alterar o escoamento local se não forem bem projetados.
  • Não totalmente. São desenhadas para permitir a passagem de animais de menor dimensão, garantindo continuidade ecológica e mantendo os movimentos naturais das espécies.
  • Sim. Estudos mostram que, ao longo do tempo, há aumento do número de espécies — especialmente aves, répteis e mamíferos — quando existe gestão ambiental adequada.
  • Sim. Ao contrário de outras infraestruturas, podem ser desmantelados e o solo recuperado — especialmente se não houver impermeabilização com betão.
  • Podem afetar, sobretudo durante a construção. Por isso existem estudos prévios e medidas específicas para minimizar riscos e proteger espécies sensíveis.
  • Não livremente. O sobreiro é protegido por lei em Portugal e o seu abate exige autorização específica — sendo evitado na maioria dos projetos e, quando não é possível, compensado.
  • Não de forma relevante. Os painéis são silenciosos. O único som pode vir de inversores ou transformadores, contínuo e de baixa intensidade, geralmente impercetível fora da área do projeto.
  • As baterias incluem múltiplos níveis de segurança: monitorização contínua, controlo de temperatura e mecanismos automáticos de proteção. Existe risco, mas é baixo e controlado por normas técnicas exigentes.
  • Não. Os painéis são concebidos para absorver a radiação solar e convertê-la em eletricidade. A pequena fração de luz refletida é muito inferior à de telhados claros, areia ou água.
  • Sim. Muitos parques usam tecnologia tracker, que permite aos painéis seguir o sol ao longo do dia, aumentando a produção de energia.
  • Não evitam apagões por si só. Mas ajudam a tornar o sistema elétrico mais estável, porque respondem rapidamente a desequilíbrios entre produção e consumo.
  • Porque ajudam a gerir melhor a energia produzida: em vez de injetar tudo nas horas de maior sol, o parque pode armazenar parte e entregá-la em horários mais úteis, como o fim da tarde.
  • Combina duas tecnologias complementares, como produção solar e armazenamento em baterias. A energia é produzida de dia e as baterias permitem libertá-la em momentos mais úteis para a rede.

Páginas de projeto

Números, mapa, cronologia e ficha técnica de cada projeto.

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